5 maneiras eficientes de construir o caráter de seus filhos

Todos já ouviram a frase "garotos são garotos". Em algum momento, pais e professores esperam que esses jovens garotos caiam na realidade, acordem e comecem a pensar mais no que é certo do que naquilo que os torna admirados.

  • Todos já ouviram a frase "garotos são garotos". Essa afirmação é frequentemente usada como desculpa para mau comportamento. Não há dúvidas de que garotos são, falando de maneira generalizada, desobedientes e desordeiros, prontos para conquistar o mundo. Eles querem parecer machos para seus amigos. Isso é algo normal para um garoto. Por causa de sua necessidade interior de serem fortes e corajosos eles podem acabar se encontrando em situações comprometedoras apenas para provar esse fato. Às vezes isso significa aceitar um desafio, mesmo se o desafio for estúpido - o que muitos desafios são - para provar sua masculinidade. Em algum momento, pais e professores esperam que esses jovens garotos caiam na realidade, acordem e comecem a pensar mais no que é certo do que naquilo que os torna admirados por outros.
    Recentemente, foi relatado que um time de futebol inteiro teve a oportunidade de começar a entender esse tipo de pensamento. O técnico Matt Labrum do colégio Union High School, em Roosevelt, Utah, nos Estados Unidos, suspendeu toda a sua equipe por causa de um comportamento inadequado. Os jogadores ficaram atordoados.
    Depois de saber sobre a atitude disciplinar sem precedentes do treinador Labrum, uma mãe postou uma nota sobre este incidente e fez o seguinte comentário: "Ótimo! Que grande treinador temos aqui em Roosevelt!". Dentro de 24 horas, a nação inteira sabia o que tinha acontecido. O país todo apoiou e reconheceu alguém que estava disposto a colocar a construção do caráter acima da importância de ganhar jogos.
    O que esses rapazes fizeram para merecer tal punição? Além de cyberbullying (bullying pela internet) com um colega, eles estavam tirando notas baixas e matando aulas, também estavam mostrando desrespeito a professores; todos comportamentos inaceitáveis.
    O técnico Labrum se reuniu com a equipe e ensinou-lhes algumas lições sérias sobre caráter. "Vemos isso como uma chance de dizer 'Ei, precisamos nos concentrar em outras coisas que são mais importantes do que ganhar um jogo de futebol'", disse Labrum. "Tivemos uma resposta emocional dos meninos. Acho que isso realmente significou algo para eles, foi bom ver que sim. Não houve nenhum deles que se opôs à punição".
    Uma semana depois, o noticiário relatou uma resposta positiva dos meninos. Todos os que obedeceram agora estão prontos para entrar em batalha no campo de futebol novamente. Mas, desta vez, com uma compreensão mais clara do que é preciso para vencer as batalhas que irão enfrentar na vida, as quais exigirão caráter para ter sucesso.
  • 5 coisas que os pais podem fazer para construir caráter em seus filhos

  • 1. Oriente-os

    Como podem os garotos desenvolver bons traços de caráter, se eles não sabem o que isso significa? Defina o significado de caráter. Você encontrará na maioria dos dicionários a definição de que caráter é o conjunto de qualidades ou características que distinguem uma pessoa, grupo ou coisa de outra. Pergunte aos seus garotos qual é o tipo de pessoa pelo qual ele quer ser conhecido. O que define o seu caráter? Uma maneira de ajudá-los a pensar seriamente sobre isso é perguntar se eles fossem morrer amanhã o que eles acham que seria dito sobre eles em seu funeral? Isso irá colocá-los em uma perspectiva de mudar aqui e agora. Quase todo mundo quer ser lembrado por ser uma boa pessoa. Peça-lhes que listem as características que eles gostariam que definissem seu caráter.
  • 2. Apoie quem estiver tentando ajudar seus filhos a construir bons traços de caráter

    Se há líderes na vida dos seus filhos que não estão fazendo isso, e estão deixando que eles e seus colegas não assumam as consequências de atitudes que são prejudiciais, você deve ter uma conversa séria com essa pessoa. Diga-lhe o que espera de sua liderança. Por outro lado, quando os líderes e professores disciplinam o seu filho por mau comportamento, não vá contra eles. Você pode dar suporte a seu filho com amor e apoiá-lo quando ele receber essas ações disciplinares, porém você não deve "passar a mão" na cabeça de seu filho e encobrir seus erros. Se você fizer isso, estará negando-lhe uma valiosa oportunidade de crescer.
  • 3. Elogie seu filho quando ele fizer algo que mostre seu bom caráter

    Diga a ele que é preciso ter coragem para fazer o que é certo. Se ele fez algo errado e quer corrigir-se, elogie-o por isso. Não o deixe constrangido, mas sim apoie-o enquanto ele procura corrigir o problema.
    O terapeuta familiar Jonathan Decker disse: "Quando os homens confessam um erro ou desculpam-se por uma má conduta, eles estão sendo vulneráveis com você, o que provavelmente é um risco enorme para eles (lembre-se, muitos foram condicionados a acreditar que, em algum nível, a vulnerabilidade afasta as pessoas). Reforce sua honestidade e responsabilidade, reconhecendo abertamente a coragem que tiveram para dizer a verdade e dizendo-lhes o quanto isso significa para você, eles estarem assumindo a responsabilidade por suas ações". (Meridian Magazine, 27 de setembro, 2013)
  • 4. Diga ao seus filhos o quanto você os ama

    Eles nunca serão velhos demais para ouvir as palavras "Eu te amo, meu filho", não importa o quão viris eles possam tentar parecer. Junto com as palavras, eles precisam de nossa paciência e firmeza. Eles precisam saber que temos confiança neles, apesar de suas imperfeições.
  • 5. Seja o exemplo

    Enquanto seus filhos veem o seu exemplo, eles aprenderão o que é ser uma pessoa de caráter. O autor Wilferd A. Peterson acertou em cheio quando disse: "Nossos filhos estão nos assistindo viver, e o que somos fala mais alto do que qualquer coisa que possamos dizer".
    O futuro depende desta geração de jovens (rapazes e moças). Pense no bem que pode acontecer se os jovens forem educados e encorajados a serem nobres, corajosos, honestos, confiáveis e solidários. Podemos fazer a diferença cada vez que ajudamos um menino a desenvolver esses traços de caráter.

Não grite, respire e inspire!


Antes de perder a calma, use uma dessas 20 técnicas simples para evitar gritar com seus filhos e manter a paz em sua casa.

Eu tinha chegado ao meu limite. Meu filho de 5 anos tinha finalmente acabado com minha paciência. Foi um dia terrível, a partir do momento em que ele acordou exigindo café da manhã até a segunda vez que ele empurrou seu irmão. Todos nós temos dias em que queremos vender nossos filhos ao zoológico (meus filhos certamente se encaixariam muito bem lá). No entanto, eu odeio gritar. Gostaria de dizer que é porque eu sei que gritaria é ruim para as pequenas e doces almas dos meus filhos, mas eu odeio gritar porque me faz sentir como uma mãe ruim.

Há uma maneira melhor. Na verdade, eu vou sugerir 20 maneiras melhores.

1. Ter um tempo juntos

Esta alternativa ao tempo separado (castigo) envolve você abraçar o seu filho até que os dois estejam calmos o suficiente para lidar com o problema.

2. Rir

As palhaçadas das crianças vão fazer você rir ou deixá-lo maluco. Escolha rir. Você vai viver mais tempo.

3. Cantar

Cantar é uma formal vocal e sem gritaria de extravasar a raiva e agressão. Aumente o som e cante bem alto.

4. Se afastar

Às vezes, o melhor plano de ação é sair, se afastar até você poder lidar com o mau comportamento de uma forma proativa.

5. Contar até 10

Parece bobo, mas este truque diminui seu ritmo cardiaco e você consegue pensar mais claramente.

6. Se exercitar

Saia para uma caminhada, assista uma aula de ioga ou coloque um vídeo de exercícios. Se exercitar libera endorfinas.

7. Ouvir

Antes de designar um castigo, pergunte ao seu filho o seu lado da história e ouça de verdade a sua resposta. Isso pode lhe suavizar.

8. Respirar

Encha os pulmões profundamente e faça algumas respirações purificadoras. Levar oxigênio para o cérebro permite pensar mais claramente.

9. Afastar as crianças

Tire as crianças de cima de você mandando-as para o outro quarto ou para o quintal. Não há nenhuma vergonha em precisar de um pouquinho de tempo de sanidade sozinho.

10. Passar a vez

Passe a vez de cuidar das crianças para o seu cônjuge, companheiro ou uma babá até que você seja capaz de manter a calma.

11. Perguntar

Faça perguntas aos seus filhos sobre seu comportamento. Veja se eles conseguem identificar uma forma melhor de se comportar no futuro.

12. Limpar

Esfregar o chão, passar o aspirador ou acabar com uma montanha de roupa suja, lhe dá um sentimento de realização em um dia ruim.

13. Sair de casa

Ar fresco faz bem a você e seus filhos. Uma caminhada pode ser a diferença entre um dia desastroso e um agradável.

14. Colocar-se o lugar de seu filho

Tenha um pouco de empatia e veja o mundo do ponto de vista de seu filho. Ele provavelmente está tendo um dia ruim também.

15. Conectar-se com seus filhos

Faça algo que todos gostem para voltarem à mesma página como uma família.

16. Lembrar-se de quem está no comando

Você é o pai/mãe, e você define o tom emocional de seu lar. Você está deixando o humor de seu filho influenciar o seu? Reverta isso.

17. Cumprir o prometido

Quando você diz Se você fizer isso mais uma vez… mais vezes do que você pode contar, é hora de cumprir o prometido e impor as consequências, mesmo que isso crie mais trabalho para você.

18. Ligar para um amigo

Às vezes você precisa desabafar. Pegue o telefone e ligue para um amigo ou membro da família para simpatizar com sua situação.

19. Pensar em soluções

Não continue lutando as mesmas batalhas. Coloque a caneta no papel e procure soluções permanentes.

20. Sonhar acordado

Às vezes você só precisa viajar um pouco mentalmente. Não há problema nisso, desde que todos estejam seguros e você tenha um tempo limite.

A parentalidade positiva resulta muitas vezes de apenas um segundo extra de pensamento. Use esse segundo extra antes de gritar para pensar em uma maneira melhor de lidar com a situação. Mesmo se você atrasar a punição a fim de manter a calma, lembre-se que um pai ou mãe em controle sempre consegue um comportamento melhor de seus filhos do que um que grita impulsivamente. Dê um bom exemplo, e trate seus filhos com o mesmo respeito que você quer em troca

Como e quando falar com seus filhos sobre S-E-X-O

Aqui estão algumas coisas para manter em mente quando conversar com seus filhos sobre sexo e outras questões “delicadas”.


  • Este artigo foi publicado originalmente no blog de Sarah Pierina. Foi reproduzido com permissão. Traduzido e adaptado por Sarah Pierina.

    Há não muito tempo atrás, meu filho de sete anos pegou uma revista Maxim no cabeleireiro e seus olhos se arregalaram rapidamente enquanto ele folheava as páginas cheias de mulheres de biquínis. Minha esposa Ashley rapidamente percebeu e colocou a revista de volta no lugar dizendo a ele que não é educado olhar para os corpos das mulheres.
    Alguns minutos se passaram e ela notou que ele estava olhando para uma outra revista com a mesma intensidade que ele tinha olhado para a Maxim, então ela foi investigar e descobriu que ele tinha colocado a Maxim dentro da outra revista.
    Ele foi pego, e seu pequeno rostinho ficou vermelho. Ele balançou a cabeça e disse: "Sinto muito, mamãe, mas eu realmente gosto de olhar para aquelas mulheres!"
    Algumas semanas depois, durante o banho, ele disse: "Pai, hoje no parquinho, um dos meninos estava falando sobre S-E-X-O".
    Eu não sabia se ele entendia que era uma palavra real chamada "sexo" ou se ele só sabia dela por suas 4 letras infames (como FBI ou CIA). Eu sorri e calmamente perguntei: "S-E-X-O, hein? O que você acha que isso significa?"
    Ele pensou por um momento e disse: "Meu amigo disse que isso significa quando duas pessoas são namorado e namorada."
    Daqui a pouco, eu vou lhe contar o que eu disse ao meu filho de sete anos sobre sexo, além de mostrar um guia específico à idade sobre o que dizer e quando, mas antes disso, eu gostaria de abordar alguns pontos importantes sobre como (e quando) começar a ter "A conversa" com seus filhos.
    Recentemente, li um livro muito perspicaz chamado "Assuntos Delicados: Conversando com seus filhos sobre sexo, tecnologia mídia social em um mundo touchscreen", de David Dean e meu amigo Craig Gross, que também é o fundador da XXXchurch.com e iParent.tv . Algumas das ideias abaixo vem direto de seu livro, e eu os encorajo a lê-lo se você tiver filhos pequenos ou adolescentes.
    Em nenhuma ordem específica, aqui estão algumas coisas para manter em mente quando conversar com seus filhos sobre sexo e outras questões "delicadas":
  • 1. Eles estão ouvindo sobre isso muito mais cedo do que você pensa

    A internet abriu um novo mundo para esta geração de crianças e, consequentemente, elas estão ouvindo sobre sexo muito mais jovens do que qualquer geração anterior. De acordo com XXXchurch.com, a idade média da primeira exposição à pornografia é agora onze anos de idade. Isso significa que uma típica criança de onze anos, já viu pornografia explicita antes de ter tido uma conversa sobre sexo com seus pais.
  • 2. Eles estão recebendo mensagens contraditórias

    Não deve ser uma surpresa que o mix de mensagens sobre sexo nos pátios das escolas, internet, Netflix e outras fontes facilmente acessíveis irá deixar as crianças confusas. Isso significa que nós, como pais, devemos começar essas conversas apropriadas à idade cedo e manter o diálogo de forma consistente durante todas as etapas de seu desenvolvimento.
  • 3. Eles querem poder falar sobre qualquer coisa com você

    Pode parecer superestranho, mas acredite ou não, seus filhos anseiam o tipo de relacionamento com você onde eles possam falar sobre qualquer coisa. Não fuja de assuntos delicados. Você não precisa ter a resposta perfeita. As crianças não estão procurando a perfeição; elas querem sua disponibilidade e autenticidade.
    Aqui está um pequeno guia que parece funcionar:
    Idades 7-9: Introduzir o assunto. Perguntar o que eles ouviram. Começar a conversa.
    Idades 9-11: Começar a conversar sobre os aspectos biológicos e morais do sexo de uma forma apropriada à idade.
    Idades 11-13: Abordar as mudanças físicas que estão ocorrendo e compartilhar histórias de quando você estava passando por essas mesmas mudanças.
    Idades 13+: Mantenha-se atento ao que está acontecendo com seu grupo de amigos, reconhecendo que a cada ano que passa, mais de seus amigos vão se tornar sexualmente ativos. Reafirme seus valores regularmente, mas também traga à tona o assunto sem um tom de julgamento para manter o diálogo aberto e claro.
    Então, de volta à pergunta do meu filho de 7 anos, sobre sexo, aqui está o que eu disse…
    "Estou tão feliz que você se sinta confortável em falar comigo sobre isso. Eu quero que você sempre seja capaz de falar comigo sobre qualquer coisa. Você vai ouvir muito sobre sexo de seus amigos e talvez na TV, e a maioria das coisas que você ouvir não é verdade. Conforme você for ficando mais velho, vou explicar mais sobre isso, mas por enquanto, as principais coisas que você precisa saber é que o sexo é um belo presente que Deus criou para uma mãe e um pai, que são casados e é uma parte de Seu plano perfeito para fazer bebês. É algo belo, mas também é privado, então assim como você não fala sobre suas partes íntimas ou sobre as partes íntimas dos outros no parquinho, você também não deve falar sobre sexo. Se você tiver alguma dúvida sobre sexo, ou sobre qualquer coisa, eu quero que você sempre se sinta confortável em me perguntar, está bem? Eu amo você, amigo."
    Eu tenho certeza de que eu poderia ter dito algumas coisas de forma diferente ou melhor, mas ele pareceu responder bem. Eu ainda estou tentando descobrir essa coisa da paternidade! Felizmente, Deus dá muita graça para a jornada.

    Fonte: Familia.net

9 dicas para evitar o vício em videogames

Os jogos eletrônicos estão cada vez mais avançados e reais. Não é difícil passar horas e horas na frente da televisão tentando melhorar as fases e ganhar cada vez mais pontos e bônus em jogos nos videogames.
No entanto, tudo que é demasiado pode atrapalhar e tudo que é vício traz consequências ruins. Controlar esses momentos no videogame é fundamental.
  1. Tenha um tempo determinado para passar na frente da TV no videogame. Você pode estipular trinta minutos, uma hora.
  2. Este momento que será de descontração não pode atrapalhar outras tarefas ou momentos importantes, então seja honesto consigo mesmo quando for limitar esses momentos.
  3. Coloque suas prioridades e somente depois delas estipule os momentos de jogos e diversão. Um tempo de descanso e ao lado da família é prioridade em relação aos jogos de videogames.
  4. Controle-se também em relação à aquisição de novos jogos. Quanto mais novidades adquirir mais tempo será gasto para conseguir chegar ao fim das fases no jogo.
  5. Se forem as crianças as que passam mais tempo jogando, estipule a elas também horários para que possam aproveitar do joguinho sem que isso se torne um vício. Como durante a semana a escola é a prioridade, procure deixar o tempo do videogame apenas para o final de semana.
  6. Apresente às crianças outros tipos de passatempo, como quebra-cabeças, jogos de memória etc. Estes, além de interessantes, estimulam o raciocínio e são uma forma diferente de diversão.
  7. Passeie mais com seus filhos. Você pode levá-los ao parque para que brinquem ou andem de bicicleta, tenham mais contato com a natureza e divirtam-se juntos de amigos da mesma idade. Essas atividades são muito mais interessantes do que passar horas na frente do videogame.
  8. Mostre a eles outras opções de divertimento para que possam deixar um pouco o videogame de lado e aprenderem a divertirem-se de outra forma.
  9. Nos momentos reservados ao videogame participe também propondo um campeonato, assim você poderá controlar melhor o tempo além de divertirem-se juntos.
Controlando o tempo e aplicando as dicas acima, o videogame passará a ser apenas mais uma forma de diversão e não se tornará um vício. O vício no videogame, quando acontece, se torna muito ruim para o desenvolvimento das crianças. Cuide para que isso não aconteça e esteja sempre atenta aos momentos de diversão de seus filhos.

Como saber se seu filho é viciado em tecnologia

A antiga babá eletrônica (TV) foi trocada por tablets e smartphones. Vemos bebês usando gadgets e apps antes mesmo de aprenderem a falar

Mesmo o mais futurista dos desenhos animados dos anos 60 como os Jetsons, não poderia imaginar que as crianças pós anos 2000 teriam tanto contato com tal avanço tecnológico fazendo o papel de babás, já que a deles era um robô interativo com muita personalidade.
Vemos bebês assistindo seus desenhos favoritos em tablets e smartphones. Minha sobrinha neta de 3 anos grava vídeos e até faz tutoriais sobre massinhas de modelar. É realmente encantador. Mas, será que esse contato cotidiano com a tecnologia não tem efeito colateral em suas mentes e corpos?

Os riscos

Os doutores Jay Watts, psicólogo clínico e Richard Graham, psiquiatra e consultor de adolescentes sediados em Londres, creem que esse contato excessivo pode ter efeitos danosos sobre o cérebro das crianças e adolescentes. Segundo eles, o excesso de tecnologia leva a uma dependência que por sua vez pode afetar padrões de comportamento e de sono de uma criança.
Aliado a isso, uma organização norte-americana sem fins lucrativos, a Arbor-based Ecology Center, realizou um estudo e concluiu que todos os telefones móveis têm pelo menos uma substância nociva ao corpo inclusive metais pesados como cádmio e chumbo, entre outros, o que vem mudando conforme a pesquisa.

Já pesquisas realizadas pelo InterphoneStudy Group em parceria com a Agência Internacional de pesquisa do Câncer, afirma ter dados suficientes para classificar o campo magnético dos eletrônicos, especialmente o celular, como potencialmente carcinogênico para o ser humano e ainda mais perigoso em crianças devido à menor massa corporal. Segundo a OMS, devido a isso, a radiação absorvida pelo corpo pode causar efeitos muito mais sérios, tais como problemas de aprendizado, distúrbios comportamentais, comprometimento do sistema imunológico e câncer. Além desses há o problema emocional relacionado, como a dependência. Por isso é bom saber se:

O seu filho é viciado em tecnologia?

É bom manter as crianças longe da tecnologia periodicamente. Atividades ao ar livre e brincadeiras sem tecnologia devem fazer parte do cotidiano das crianças. Caso haja resistência é possível que seu filho esteja viciado em tecnologia. Segundo os doutores Watts e Graham, os seguintes sinais são evidências da dependência:

1. Falta de interesse por outras atividades

Seu filho apresenta relutância em deixar os eletrônicos seja para ir ao cinema ou brincar no quintal? Aquilo que era divertido antes agora parece entediante? Alguma falta de interesse pode acontecer, mas o sinal de alerta é a contínua falta de interesse e de atenção a outras atividades, inclusive na escola.

2. Só ter como assunto ou interesse a tecnologia

Se seus filhos só conversam sobre os videogames ou seus assuntos estão sempre voltados aos dispositivos eletrônicos pode ser um sinal de vício. O Dr. Graham pede atenção aos seguintes sinais: checar insistentemente o telefone e desejo insistente de retornar às atividades eletrônicas.

3. Mudanças de humor e inclinação a discussões

Qualquer menção ao excesso de tecnologia deles é mal recebida. Acusam os pais e outros de implicância e tendem a discutir ou tornarem-se emocionalmente instáveis. Tendem a não aceitar limites ou tentar burlá-los. No entanto, segundo o Dr. Watts, as regras têm que ser impostas, tais como: Nada de celular à mesa ou na hora de dormir.

4. Sintomas de privação

A criança se apresenta estressada, agitada, ansiosa ou mesmo zangada quando longe dos eletrônicos, mas se acalma tão logo retorna a eles.

5. Uso em segredo

O Dr. Graham adverte os pais: seu filho irá tentar o máximo que puder esconder o uso dos aparelhos à medida que forem questionados sobre o uso, mantendo-o em segredo. Enquanto o desejo de um espaço pessoal para o uso é normal, esconder as atividades e mentir a respeito ou usá-los na cama sem seu conhecimento, pode indicar vício.

O que fazer?

Os especialistas aconselham aos pais que ao desconfiarem de que seus filhos estão propensos, ou em pleno vício, a fazerem um "detox" de no mínimo 72 horas sem eletrônicos para seus filhos. Estabelecer horários para o uso dos dispositivos e intercalar com outras atividades, tais como brincar com outras crianças, passeios em parques, esportes e outras atividades físicas.
Para os adolescentes, diálogo e metas. Se houver dificuldades para estabelecer os limites, se seus filhos estão chorando ou brigando sobre isso, procure ajuda médica.

Entrevista com Augusto Cury

Augusto Cury tem livros publicados em mais de 70 países e dá palestras para multidões no Brasil e lá fora, lançou recentemente uma versão para crianças e adolescentes do seu best-seller Ansiedade - Como Enfrentar o Mal do Século. O autor conversou com a gente sobre os desafios de se criar os filhos hoje e não poupou críticas à maneira como a família e a escola têm educado os pequenos. Confira!

Excesso de estímulos
"Estamos assistindo ao assassinato coletivo da infância das crianças e da juventude dos adolescentes no mundo todo. Nós alteramos o ritmo de construção dos pensamentos por meio do excesso de estímulos, sejam presentes a todo momento, seja acesso ilimitado a smartphones, redes sociais, jogos de videogame ou excesso de TV. Eles estão perdendo as habilidades sócio-emocionais mais importantes: se colocar no lugar do outro, pensar antes de agir, expor e não impor as ideias, aprender a arte de agradecer. É preciso ensiná-los a proteger a emoção para que fiquem livres de transtornos psíquicos. Eles necessitam  gerenciar os pensamentos para prevenir a ansiedade. Ter consciência crítica e desenvolver a concentração. Aprender a não agir pela reação, no esquema 'bateu, levou', e a desenvolver altruísmo e generosidade."

Geração triste
"Nunca tivemos uma geração tão triste, tão depressiva. Precisamos ensinar nossas crianças a fazerem pausas e contemplar o belo. Essa geração precisa de muito para sentir prazer: viciamos nossos filhos e alunos a receber muitos estímulos para sentir migalhas de prazer. O resultado: são intolerantes e superficiais. O índice de suicídio tem aumentado. A família precisa se lembrar de que o consumo não faz ninguém feliz. Suplico aos pais: os adolescentes precisam ser estimulados a se aventurar, a ter contato com a natureza, se encantar com astronomia, com os estímulos lentos, estáveis e profundos da natureza que não são rápidos como as redes sociais."

Dor compartilhada
"É fundamental que as crianças aprendam a elaborar as experiências. Por exemplo, diante de uma perda ou dificuldade, é necessário que tenham uma assimilação profunda do que houve e aprender com aquilo. Como ajudá-las nesse processo? Os pais precisam falar de suas lágrimas, suas dificuldades, seus fracassos. Em vez disso, pai e mãe deixam os filhos no tablet, no smartphone, e os colocam em escolas de tempo integral. Pais que só dão produtos para os seus filhos, mas são incapazes de transmitir sua história, transformam seres humanos em consumidores. É preciso sentar e conversar: 'Filho, eu também fracassei, também passei por dores, também fui rejeitado. Houve momentos em que chorei'. Quando os pais cruzam seu mundo com os dos filhos, formam-se arquivos saudáveis poderosos em sua mente, que eu chamo de janelas light: memórias capazes de levar crianças e adolescentes a trabalhar dores perdas e frustrações."

Intimidade
"Pais que não cruzam seu mundo com o dos filhos e só atuam como manuais de regras estão aptos a lidar com máquinas. É preciso criar uma intimidade real com os pequenos, uma empatia verdadeira. A família não pode só criticar comportamentos, apontar falhas. A emoção deve ser transmitida na relação. Os pais devem ser os melhores brinquedos dos seus filhos. A nutrição emocional é importante mesmo que não se tenha tempo, o tempo precisa ser qualitativo. Quinze minutos na semana podem valer por um ano. Pais têm que ser mestres da vida dos filhos. As escolas também precisam mudar. São muito cartesianas, ensinam raciocínio e pensamento lógico, mas se esquecem das habilidades sócio-emocionais."

Mais brincadeira, menos informação
"Criança tem que ter infância. Precisa brincar, e não ficar com uma agenda pré-estabelecida o tempo todo, com aulas variadas. É importante que criem brincadeiras, desenvolvendo a criatividade. Hoje, uma criança de sete anos tem mais informação do que um imperador romano. São informações desacompanhadas de conhecimento. Os pais podem e devem impor limites ao tempo que os filhos passam em frente às telas. Sugiro duas horas por dia. Se você não colocar limite, eles vão desenvolver uma emoção viciante, precisando de cada vez mais para sentir cada vez menos: vão deixar de refletir, se interiorizar, brincar e contemplar o belo."

Parabéns!
"Em vez de apontar falhas, os pais devem promover os acertos. Todos os dias, filhos e alunos têm pequenos acertos e atitudes inteligentes. Pais que só criticam e educadores que só constrangem provocam timidez, insegurança, dificuldade em empreender. Os educadores precisam ser carismáticos, promover os seus educandos. Assim, o filho e o aluno vão ter o prazer de receber o elogio. Isso não tem ocorrido. O ser humano tem apontado comportamentos errados e não promovido características saudáveis."

Conselho final para os pais
"Vejo pais que reclamam de tudo e de todos, não sabem ouvir não, não sabem trabalhar as perdas. São adultos, mas com idade emocional não desenvolvida. Para atuar como verdadeiros mestres, pai e mãe precisam estar equilibrados emocionalmente. Devem desligar o celular no fim de semana e ser pais. Muitos são viciados em smartphones, não conseguem se desconectar. Como vão ensinar os seus filhos e fazer pausas e contemplar a vida? Se os adultos têm o que eu chamo de síndrome do pensamento acelerado, que é viver sem conseguir aquietar e mente, como vão ajudar seus filhos a diminuírem a ansiedade?"

Oração em familia



  • A felicidade na vida familiar é mais provável de ser alcançada quando fundamentada nos ensinamentos do Senhor Jesus Cristo.A família é o alicerce de nossa felicidade. Toda família tem defeitos e qualidades, mas o que importa sempre é estarmos juntos e desfrutarmos das alegrias e tristezas, das conquistas e das derrotas da vida.
    A unidade familiar vem carregada de bagagens culturais que estão completamente relacionadas às nossas tradições familiares tais como, jantar em família na noite de natal, sempre fazer um almoço especial no dia das mães ou dos pais ou até mesmo reunir toda família para uma atividade religiosa. Esses momentos muitas vezes sem perceber tornam-se tradições na família que trazem união e felicidade. Entendendo, então, que a felicidade familiar pode ser um forte laço de união, podemos também criar outras tradições que perpetuem por gerações e ajudem a entender mais plenamente o sentido da vida.
  • Metas de Fé

    Ao realizarmos qualquer meta pessoal ou familiar isso requer que exerçamos fé. Fé não é somente acreditar que é possível alcançar uma bênção necessária, mas é agir para que tudo em nossa volta reflita o desejo de nosso coração, ou seja, se temos fé que vamos conseguir um emprego, precisamos praticar algumas ações como fazer um currículo, ir às agências de emprego e falarmos que estamos à procura de uma nova oportunidade para amigos e demais pessoas que possam nos ajudar. Essas atitudes nos mostram que a tradição da fé já está incutida, mesmo inconscientemente, em nós.

    O que podemos fazer para termos uma fé mais ativa em nossa vida é incutir a tradição da oração. Devemos orar com real intenção para mostrarmos a Deus que queremos alcançar determinadas bênçãos. A fé associada à oração é um alicerce de poder.
    A oração eleva o espírito e nos faz reconhecer a dependência de Deus em todas as coisas. Perpetuar a tradição da oração ajudará a criarmos gerações mais fortes na fé, mais humildes e cheias de sabedoria, pois reconhecemos mais facilmente nossas fraquezas e necessidades.

    Em Lucas 11: 9-13 lemos: "E eu vos digo a vós: Pedi, e dar-se-vos-á; buscai, e achareis; batei, e abrir-se-vos-á; porque qualquer que pede recebe; e quem busca acha; e a quem bate abrir-se-lhe-á. E qual o pai de entre vós que, se o filho lhe pedir pão, lhe dará uma pedra? Ou também, se lhe pedir peixe, lhe dará por peixe uma serpente? Ou também, se lhe pedir um ovo, lhe dará um escorpião? Pois se vós, sendo maus, sabeis dar boas dádivas aos vossos filhos, quanto mais dará o Pai Celestial o Espírito Santo àqueles que lho pedirem? "
    Muitas vezes podemos questionar se realmente funcionará a tradição da fé associada à tradição da oração, e felizmente, para fazermos prova disso, podemos colocar em prática o que Tiago 1: 5 convida-nos a fazer, ou seja, perguntar a Deus. Faça essa meta de fé em sua vida, tenho certeza que você poderá ver muitos milagres acontecerem.

A melhor forma de criar uma filha


O que pais, mães, maridos, esposas e qualquer pessoa precisam aprender de uma vez por todas sobre criar uma garota, tenha ela 5 ou 50, 10 ou 100 anos de idade.
  • Há alguns anos, finalizei mais um livro de Lisa Bloom onde ela conta uma experiência que eu mesma já tive algumas vezes. Ela conta que foi jantar na casa de amigos e eles tinham uma filha de 5 anos de idade de nome Maya. Quando Maya apareceu na cozinha onde estavam com sua camisolinha cor-de-rosa e com seus cabelos encacheados e grandes olhos castanhos, o primeiro ímpeto de Lisa foi dizer algo como "Maya, você está linda! Dê uma voltinha, que linda camisola, seus cabelos, está uma graça!"
    Lisa apresenta algumas estatísticas bastante críticas em seu livro: 15 a 18% de meninas de 8 a 11 anos de idade já usam rímel, base, sombras, delineadores e batom diariamente. Na mesma faixa etária, há um aumento descontrolado de transtornos alimentares enquanto a autoestima está sumindo. Dada a escolha entre duas carreiras, a maioria das garotas prefere tornar-se modelo profissional do que ganhar um prêmio Nobel. Mesmo uma grande porcentagem de mulheres graduadas ou pós-graduadas disseram que preferiam ser a loira de corpo perfeito, e assim os consultórios de cirurgias plásticas estão lotados de mulheres.
    Ensinar meninas que sua aparência é a primeira coisa que é noticiada lhes diz que isso é mais importante que qualquer outra coisa. Hoje em dia, há meninas de 5 anos fazendo dieta, usando maquiagem aos 8, roupas sensuais aos 13, colocando silicone nos seios aos 17 e Botox aos 23. Enquanto isso, a depressão em mulheres cresceu mais de 1300% nos últimos 10 anos mundo afora.
    Por esses e outros motivos, Lisa diz que conversa com meninas pequenas da seguinte forma, e foi como ela conversou com Maya:
    "Maya, muito prazer em conhecê-la." – disse Lisa.
    "Prazer em conhecê-la também." – respondeu Maya como havia aprendido a dizer.
    "O que você está lendo? Eu amo livros, e você?" – perguntou Lisa.
    "Sim! E eu posso ler por mim mesma agora!" – seus olhos brilharam.
    "Incrível! Qual é seu livro favorito?" – perguntou Lisa.
    "Só um minuto que vou buscar, posso ler para você?" – e Maya correu buscar um livro que estava lendo há poucos minutos antes.
    Lisa conta que Maya veio toda animada, sentou-se ao seu lado e leu o livro inteiro para ela. E elas conversaram sobre o conteúdo do livro que era sobre bullying, como um grupo de garotas na escola costumava tratar uma outra menina que era diferente. E a conversa seguiu sobre escola, sonhos, profissões, estudos, etc. Em momento algum elas conversaram sobre aparência, sobre roupas, maquiagem, sobre como seus cabelos ou corpos eram ou não bonitos.
    Vocês já repararam como é difícil não conversar sobre beleza, roupas e aparência com meninas? Como mãe de menino, mas tendo cuidado de minhas irmãs mais novas por anos, a diferença é monstruosa. Se vamos comprar roupas de menina, temos uma infinidade de escolhas e modelos que combinam entre si, cheios de enfeites para o cabelo e tudo mais. Para meninos, temos os shorts, as camisetas e... praticamente só. Como mulheres, temos um guarda-roupa imenso e mal encontramos algo quando queremos, enquanto os homens colocam uma calça, camisa ou terno, e pronto, só variam a cor das gravatas e olha lá.
    Nossa cultura envia todas as mensagens erradas possíveis a nós mulheres, desde bem cedo. Mesmo como mães, acabamos repetindo os erros da indústria que abusa da aparência feminina com nossas próprias filhas.
    Lisa conta que a conversa que ela teve com Maya não mudará isso nem mudará a sequência de aprendizado que Maya terá em casa, na escola, fazendo parte da sociedade rodeada pela indústria multibilionária da beleza. Não, não mudará. Mas, ela conseguiu mudar a perspectiva de Maya pelo menos naquela noite. Uma semente plantada. Um mundo de possibilidades diferentes.
    Tente fazer isso na próxima vez que tiver a oportunidade de conversar com uma menina pequena, adolescente, de qualquer idade. Mesmo uma mulher adulta. Pergunte-lhe o que ela gosta de ler, o que ela mais gosta de fazer ou não e por quê. Com meninas mais velhas, converse sobre eventos mundiais, como poluição, guerras, carreiras, o que a incomoda no mundo, como ela mudaria aquilo, suas ideias e sonhos.
    Não há respostas certas ou erradas. Apenas desvencilhe a conversação da aparência e beleza. Não que saúde, boa forma e todos os níveis de cuidado pessoal não sejam importantes, mas com certeza não são tudo o que uma mulher deva se preocupar. E exemplifique a ela como uma mulher inteligente conversa e age. Se você é mãe de uma menina, inspire-a desde cedo a buscar novos sonhos, não reduza-a somente à aparência, e inspire-a por exemplo também ajudando-a a entender que ela pode ser muito mais do que é externamente, com sua herança e natureza divinas, e que realmente seus sonhos são válidos, muito além da indústria que objetifica as mulheres no mundo inteiro. Se você é pai de uma menina, você tem responsabilidade dobrada em ensiná-la a não aceitar que ela seja reduzida a um corpo somente por qualquer homem que seja.
    Eu sempre fiz isso com meu filho, e tenho feito isso por alguns anos com todas as meninas, adolescentes ou adultas que conheço ou tive oportunidade de ensinar. E, por experiência própria posso dizer: não podemos mudar o mundo, mas podemos mudar uma garota de cada vez

7 lições que toda filha precisa saber

Estas são as lições que eu oro para que minhas futuras noras estejam aprendendo em suas casas.
  • Este artigo foi publicado originalmente no blog de Dave Willis. Foi reproduzido com permissão. Traduzido e adaptado por Sarah Pierina.
    Minha incrível esposa, Ashley, e eu estamos a poucos dias de ter nosso quarto filho. Estamos tão animados para recebê-lo em nossa família e honrados pela responsabilidade que Deus nos confiou de criar quatro jovens.
    Escrevi alguns posts populares sobre criar meninos, incluindo as 7 lições que transformam um menino em um homem e uma carta sincera para os meus filhos. Esses posts têm sido muito bem recebidos e alguns leitores têm me perguntado que princípios eu compartilharia com uma filha.
    Isso me fez pensar, porque mesmo nunca tendo uma menina, eu ainda estou ansioso para o dia em que irei receber minhas futuras "filhas" (noras) em nossa família quando nossos filhos se casarem. Já oramos pela proteção e orientação de Deus para as meninas que crescerão e se casarão com nossos filhos algum dia.
    Estes são os princípios que acreditamos que toda filha precisa saber. Eu claramente não sou um especialista em criar meninas, mas espero que estas palavras forneçam algum incentivo e perspectiva prática. Estas são as lições que eu oro para que minhas futuras noras estejam aprendendo em suas casas.
    Se você é pai ou mãe de uma filha, por favor, certifique-se de que ela saiba essas coisas.

  • 1. Você é amada

    O mundo vai tentar lhe dizer que o seu valor vem do seu desempenho ou da sua aparência, mas o seu valor é ilimitado e incondicional. Você é amada devido a quem você é (nossa filha e filha de Deus). Deixe que o amor lhe dê força e confiança para se tornar quem você foi criada para ser.
  • 2. Você é linda

    Haverá dias em que você não se sentirá bonita, e haverá dias em que você irá olhar no espelho e não gostar do que vê, mas se você pudesse se ver com os olhos daqueles que a amam, se veria como a maravilhosa obra prima que você é.
  • 3. Respeite a si mesma

    Você vai querer chamar a atenção dos meninos, e você pode se sentir tentada a comprometer seus padrões no processo, mas não faça isso! Não desrespeite a si mesma nem permita que ninguém a desrespeite. Comporte-se como uma dama em todos os momentos. Se um menino não a respeitar, então você nem deve querer sua atenção mesmo!

  • 4. Não seja uma "menina malvada"

    Ser má e elitista pode dar-lhe uma ilusão de poder e controle em um mundo caótico, mas é um beco sem saída. Escolha a bondade e graça em seu lugar. Procure propósito ao invés de popularidade e considere o caráter ao invés do carisma. Qualquer sucesso na vida que vem à custa de sua integridade não é um sucesso real.
  • 5. Lembre-se que o amor é um compromisso, não apenas um sentimento

    Há muito mais no amor do que contos de fadas. Os sentimentos são volúveis, por isso, se você basear suas relações inteiramente em seus sentimentos, você vai acabar com o coração partido (provavelmente muitas vezes). Em vez disso, baseie seus relacionamentos em suas convicções e comprometimentos e não espere nada menos do que um compromisso sincero, respeito e amor de seu futuro marido. E não namore alguém que não seria um bom marido.
  • 6. Seja você mesma

    O mundo pode tentá-la a colocar várias máscaras ou interpretar vários papéis diferentes, mas sempre seja você mesma. Deus a criou para ser quem você é e Ele nunca comete um erro! Não mude quem você é para ser aceita pelos outros. Aqueles que verdadeiramente amam você irão despertar o melhor em você, mas eles nunca vão tentar mudar quem você é.
  • 7. Estamos ao seu lado, não importa o que aconteça!

    Independentemente se você estiver no topo do mundo ou sentindo-se deprimida, estaremos sempre ao seu lado. Não importa onde você for ou o que você fizer na vida, sempre seremos seus maiores fãs

Lar feliz: fazendo a sua parte para edificar a família

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    Quem não almeja por um lar onde todos os membros da família podem encontrar a felicidade, passam unidos por dificuldades e se ajudam entre si?A felicidade no lar é uma conquista e responsabilidade de todos da família. Cada um com seu jeito, personalidade e habilidades podem contribuir para edificar e harmonizar o lar. E com a contribuição e colaboração de todos, a felicidade pode reinar e todos sentirem-se mais felizes por fazerem parte do seio da família.
    Não há nada melhor do que ter um lar onde há refúgio e amor. Um verdadeiro porto seguro no qual é possível se proteger das maldades e problemas do mundo. Com algumas atitudes bem simples é possível construir esse local almejado por muitos. Veja algumas sugestões que podem ser facilmente aplicadas abaixo:
    • Mantenha sua família unida. Todos os membros da família tem essa responsabilidade. A simples conversa cotidiana entre os familiares mantêm a união e o interesse pelo bem estar do outro. Conversem entre si, dediquem tempo uns aos outros sempre que possível. Passem mais tempo próximos.
    • Tenham momentos de lazer juntos, são esses momentos que ajudam a manter a união. Quando há diversão em família, há prazer e felicidade.
    • Façam coisas que agradem uns aos outros. Um prato favorito, um bilhetinho, um pequeno presente, enfim, qualquer coisa que possa agradar ao familiar de vez em quando, além de ser um gesto caloroso faz feliz tanto quem oferece quanto quem recebe esse carinho.
    • Ajudem-se nas dificuldades. Sejam elas os pequenos problemas escolares das crianças ou as complexidades da vida dos jovens e adultos. A segurança de ter a família ao lado resolvendo as objeções juntos não tem preço.
    • Busquem ao Senhor juntos, tanto na igreja quanto no lar. Estudem os ensinamentos deixados por Cristo e acima de tudo apliquem o que aprenderem na vida familiar. Orem em família, para que em unidade familiar possam mostrar reverência e gratidão ao Criador.
    David O. McKay disse certa vez que “Nenhum sucesso na vida compensa o fracasso no lar”. Não há nada mais importante do que a organização familiar, por este motivo todo e qualquer esforço e dedicação para manter o lar protegido é valioso. É no lar onde os princípios devem ser ensinados e vividos, edificá-lo é parte fundamental e uma grande responsabilidade. Não negligencie.